Wanda Maria Gomes Siqueira, do Instituto de Deireito Público e Defesa Comunitária Popular (Idep).
Favoráveis a UnB, vários setores da sociedade uniram-se para defender a constitucionalidade da medida da UnB
Luís Inácio Adams Advogado-Geral da União
Ophir Cavalcante presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)
Defensor Público-Geral da União, Haman Tabosa Córdova
Hédio Silva Jr. da Conectas
Márcio Thomaz Bastos representando a Associação Nacional dos Advogados Afrodescendentes.
Único dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) a votar na sessão desta quarta-feira (25), o relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 186), ministro Ricardo Lewandowski, julgou totalmente improcedente o pedido feito pelo Partido Democratas (DEM) contra a política de cotas étnico-raciais para seleção de estudantes da Universidade de Brasília (UnB). A sessão continuará amanhã (26), a partir das 14h, quando os demais ministros do STF deverão proferir seus votos.
Advogada do DEM, Roberta Kaufamann “...discutir qual a melhor forma de se integrar a população negra no Brasil de hoje”. No Brasil segundo a dra. Roberta há “certa discrinação social”. Condenou na UnB os “chamados tribunais secretos” que decidem quem é ou negro para fins das cota étnica racial.
A advogada Indira Quaresma falou em nome da UnB, como negra afirmou “ser negro no Brasil ainda é motivo para ser alijado das melhores oportunidades” onde “não existe democracia racial”. E não enfrentar a questão é uma das razões do fracasso de integração do negro na sociedade. As cotas nas universidades combatem o racismo silencioso existente no Brasil e constado na “ausência de negros em atividades e postos de destaque na sociedade”.
O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams representando o Governo Federal, constatou que as políticas afirmativas referentes aos afrodescendentes não são “discriminação biológica”, e sim uma questão cultural. O s princípios constitucionais e legais relativos à igualdade racial incluem a “integração de todos os brasileiros”.
Deborah Duprat Vice-Procuradora –Geral da República. Afirmou que a Constituição de 1988 trata de ações afirmativas com relação a mulheres e deficientes. Estender o principio constitucional de igualdade onde sejam necessárias ações afirmativas, “para superação de desigualdades “nas nossas praticas sociais e instituições” no “mito da democracia racial”.
Pensando bem, é difícil acreditar que estejamos vivos até hoje! Quando éramos pequenos, viajávamos de carro, sem cintos de segurança, sem ABS e sem air-bag! Os vidros de remédio ou as garrafas de refrigerantes não tinham nenhum tipo de tampinha especial... Nem data de validade... E tinham também aquelas bolinhas de gude... Que vinham embaladas sem instrução de uso. A gente bebia água da chuva, da torneira e nem conhecia água engarrafada! Que horror! A gente andava de bicicleta sem usar nenhum tipo de proteção... E passávamos nossas tardes construindo nossas pipas ou nossos carrinhos de rolimã. A gente se jogava nas ladeiras e esquecia que não tinha freios até que não déssemos de cara com a calçada ou com uma árvore... E depois de muitos acidentes de percurso, aprendíamos a resolver o problema... SOZINHOS! Nas férias, saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo; nossos pais às vezes não sabiam exatamente o perigo. Não existiam os celulares! Incrível! A gente procurava encrenca. Quantos machucados, ossos quebrados e dentes moles dos tombos! Ninguém denunciava ninguém... Eram só "acidentes" de moleques: na verdade nunca encontrávamos um culpado. Você lembra destes incidentes: janelas quebradas, jardins destruídos, as bolas que caíam no terreno do vizinho ??? Existiam as brigas e, às vezes, muitos pontos roxos... E mesmo que nos machucássemos e, tantas vezes, chorássemos, passava rápido; na maioria das vezes, nem mesmo nossos pais vinham a descobrir... A gente comia muito doce, pão com muita manteiga... Mas ninguém era obeso... No máximo, um gordinho saudável... Nem se falava em colesterol... A gente dividia uma garrafa de suco, refrigerante ou até uma cerveja escondida, em três ou quatro moleques, e ninguém morreu por causa de vermes! Não existia o Playstation, nem o Nintendo... Não tinha TV a cabo, nem videocassete, nem Computador, nem Internet... Tínhamos, simplesmente, amigos! A gente andava de bicicleta ou a pé. Íamos a casa dos amigos, tocávamos a campainha, entrávamos e conversávamos... Sozinhos, num mundo frio e cruel... Sem nenhum controle! Como sobrevivemos? Inventávamos jogos com pedras, feijões ou cartas... Brincávamos com pequenos monstros: lesmas, caramujos, e outros animaizinhos, mesmo se nossos pais nos dissessem para não fazer isso! Os nossos estômagos nunca se encheram de bichos estranhos! No máximo, tomamos algum tipo de xarope contra vermes e outros monstros destruidores... aquele cara com um peixe nas costas...(um tal de óleo de fígado de bacalhau). Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros, e tiveram que refazer a segunda série... Que horror! Não se mudavam as notas e ninguém passava de ano, mesmo não passando. As professoras eram insuportáveis! Não davam moleza... Os maiores problemas na escola eram:chegar atrasado, mastigar chicletes na classe ou mandar bilhetinhos falando mal da professora, correr demais no recreio ou matar aula só pra ficar jogando bola no campinho... As nossas iniciativas eram "nossas", mas as conseqüências também! Ninguém se escondia atrás do outro... Os nossos pais eram sempre do lado da Lei quando transgredíamos as regras! Se nos comportávamos mal, nossos pais nos colocavam de castigo e, incrivelmente, nenhum deles foi preso por isso! Sabíamos que quando os pais diziam "NÃO", era "N Ã O". A gente ganhava brinquedos no Natal ou no aniversário, não todas as vezes que ia ao supermercado... Nossos pais nos davam presentes por amor, nunca por culpa... Por incrível que pareça, nossas vidas não se arruinaram porque não ganhamos tudo o que gostaríamos, que queríamos... Esta geração produziu muitos inventores, artistas, amantes do risco e ótimos "solucionadores" de problemas... Nos últimos 50 anos, houve uma desmedida explosão de inovações, tendências... Tínhamos liberdade, sucessos, algumas vezes problemas e desilusões, mas tínhamos muita responsabilidade... E não é que aprendemos a resolver tudo!!! E sozinhos... Se você é um destes sobreviventes... PARABÉNS!!! VOCÊ CURTIU OS ANOS MAIS FELIZES DE SUA VIDA...
Para sentir saudades.Jackson 5, com Michael Jackson ABC!
Jackson 5 e The Jacksons
Na Motown, Michael e seus irmãos gravaram vários álbuns, o que lhes rendeu fama mundial. Com apenas treze anos, Michael, através dos Jackson 5, havia colocado quatro canções no topo das paradas: "I Want You Back", "ABC", "I'll Be There", "The Love You Save". Michael iniciou sua carreira solo quando ainda estava na Motown, quando lançou os álbuns Got To Be There, Ben, Music & Me e Forever, Michael, todos com pelo menos um sucesso mundial. A partir de 1973 a popularidade do grupo começou a diminuir, embora eles tivessem sucessos razoáveis como "I Am Love" e "Dancing Machine". Neste último, durante as apresentações, Jackson simulava um robô dançando. A dança tornou-se bastante popular no mundo todo.
Cabelos black-power, calça boca de sino. Tirar uma onda… Domingo a tarde
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ABC Michael Jackson
MICHAEL: a buh-buh buh-buh buh-buh
J5: a buh-buh buh-buh buh-buh
MICHAEL: You went to school to learn, girl
Things you never, never knew before...
JERMAINE: Like I before E except after C...
MICHAEL: And why 2 plus 2 makes 4
Now! Now! Now! I'm gonna teach you...
J5: Teach you, teach you
MICHAEL: All about love, dear...
J5: All about love
JERMAINE: Sit yourself down, take a seat
All you gotta do is reapeat after me
CHORUS I - TWICE:
J5: ABC
MICHAEL: Easy as...
J5: 123
MICHAEL: Or simple as...
J5: DO RE MI, ABC, 123
MICHAEL: Baby, you and me, girl!
TITO: Come on, let me love you just a little bit!
JACKIE: Come on, let me love you just a little bit!
JERMAINE: I'm a going to teach how to sing it out!
MICHAEL: Come on! Come on! Come on!
Let me show you what it's all about!
MICHAEL: Reading, writing and arithmetic
Are the branches of the learning tree
JERMAINE: But without the roots of love every day, girl!
MICHAEL: Your education ain't complete
T-t-t-teachers gonna show you
J5: Show you! Show you!
MICHAEL: How to get an A!
J5: nah nah nah nah nah nah!
JERMAINE: Spell me, how you
J5: Add the two!
JERMAINE: Listen to me baby, that's all you gotta do!
CHORUS I:
J5: Oh! ABC
MICHAEL: Is easy as...
J5: 123
MICHAEL: Or simple as...
J5: DO RE MI, ABC, 123,
MICHAEL: Baby, you and me, girl!
CHORUS II:
J5: ABC
MICHAEL: ABC, its easy
J5: 123
MICHAEL: It's like counting up to 3
J5: DO RE MI
MICHAEL: Sing a simple melody
J5: ABC
ALL: That's how easy love can be!
MICHAEL: That's how easy love can be!
MICHAEL: Sing a simple melody!
J5: 123, you and me!
BRIDGE:
MICHAEL: Sit down, girl!
I think I love you!
No! Get up, girl!
Show me what you can do!
Shake it, shake it, baby, come on now!
Shake it, shake it, baby, ooo oooh!
Shake it shake it, baby, huh!
123, baby, uh, uh!
ABC, baby, nah nah!
DO RE MI, baby, now!
That's how easy love can be.
J5: ABC
MICHAEL: ABC, its easy
J5: 123
MICHAEL: It's like counting up to 3
J5: DO RE MI
MICHAEL: Sing a simple melody
J5: ABC
ALL: That's how easy love can be!
JERMAINE: I'm a going to teach how to sing it out!
MICHAEL: Come on! Come on! Come on!
Let me show you what it's all about!
CHORUS II:
J5: ABC
MICHAEL: ABC, its easy
J5: 123
MICHAEL: It's like counting up to 3
J5: DO RE MI
MICHAEL: Sing a simple melody
J5: ABC
ALL: That's how easy love can be!
JERMAINE: I'm a going to teach how to sing it out!
MICHAEL: Whow! Whow! Oh baby!
CHORUS II:
J5: ABC
MICHAEL: ABC, its easy
J5: 123
MICHAEL: It's like counting up to 3
J5: DO RE MI,
MICHAEL: Sing a simple melody
ALL: That's how easy love can be!
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Tradução
ABC
Michael: A buh-buh buh buh-buh
J5: A buh-buh buh buh-buh
MICHAEL: Você foi à escola para aprender, menina
Coisas que você nunca, nunca soube antes...
JERMAINE: Como 'I' antes de 'E', exeto depois de C...
MICHAEL: E por que 2 mais 2 são 4
Agora! Agora! Agora! Eu vou te ensinar...
J5: Ensiná-la, ensiná-la
MICHAEL: Tudo sobre amor, querida...
J5: Tudo sobre amor
JERMAINE: Sente-se ai, sente-se
Tudo que você precisa fazer é repetir depois de mim
CHORUS I - DUAS VEZES:
J5: ABC
MICHAEL: Fácil como...
J5: 123
Michael: Ou simples como...
J5: DO RÉ MI, ABC, 123
MICHAEL: Baby, você e eu, menina!
TITO: Vamos, deixe-me amá-la só um pouco!
JACKIE: Vamos, deixe-me amá-la só um pouco!
JERMAINE: Irei ensiná-la como cantar!
MICHAEL: Vamos! Vamos! Vamos!
Deixe-me mostrá-la sobre o que é tudo isso!
MICHAEL: Leitura, escrita e aritmética
São os galhos da árvore de aprendizagem
JERMAINE: Mas sem as raízes do amor a cada dia, menina
MICHAEL: Sua educação não está completa
Os professores vão te mostrar
J5: Te mostrar! Te mostrar!
MICHAEL: Como obter um A!
J5: Nah nah nah nah nah nah!
JERMAINE: Spell-me, como você
J5: Adicione os dois!
JERMAINE: Ouça-me baby, isso é tudo que você tem que fazer!
CHORUS I:
J5: ABC
MICHAEL: Fácil como...
J5: 123
MICHAEL: Ou simples como...
J5: DO RÉ MI, ABC, 123
MICHAEL: Baby, você e eu, menina!
CHORUS II:
J5: ABC
MICHAEL: ABC, é fácil
J5: 123
MICHAEL: É como contar até 3
J5: DO RÉ MI
MICHAEL: Cante uma melodia simples
J5: ABC
TODOS: Isso é o quão fácil o amor pode ser!
MICHAEL: Isso é o quão fácil o amor pode ser!
MICHAEL: Cante uma melodia simples!
J5: 123, você e eu!
BRIDGE:
MICHAEL: Sente-se, menina!
Acho que eu te amo!
Não! Levanta-te, menina!
Mostre-me o que você pode fazer!
Balance, balance, baby. Vamos lá, agora!
Balance, balance, baby. Oh!
Balance, balance, baby. Uh!
123, baby. Uh, uh!
ABC, baby. Nah, nah!
DO RÉ MI, baby. Agora!
O amor é simples assim
J5: ABC
MICHAEL: ABC, é fácil
J5: 123
MICHAEL: É como contar até 3
J5: DO RÉ MI
MICHAEL: Cante uma melodia simples
J5: ABC
TODOS: Isso é o quão fácil o amor pode ser!
JERMAINE: Eu estou te ensinando como cantar para fora!
MICHAEL: Vamos! Vamos! Vamos!
Deixe-me mostrar-lhe tudo sobre o que é!
CHORUS II:
J5: ABC
MICHAEL: ABC, é fácil
J5: 123
MICHAEL: É como contar até 3
J5: DO RÉ MI
MICHAEL: Cante uma melodia simples
J5: ABC
TODOS: Isso é o quão fácil o amor pode ser!
JERMAINE: Eu estou te ensinando como cantar para fora!
MICHAEL: Uau! Uau! Oh, baby!
CHORUS II:
J5: ABC
MICHAEL: ABC, é fácil
J5: 123
MICHAEL: É como contar até 3
J5: DO RÉ MI
MICHAEL: Cante uma melodia simples
TODOS: Isso é o quão fácil o amor pode ser!
Fala-se muito da geração Y, começa-se a discutir-se em educação a geração Z.
Denominações das gerações em relação à chegada da Internet. Fala-se como se fossemos estrangeiro indo para um novo país. Há os nascidos no país (ou “época da internet”), há as crianças que se mudaram para lá e há os estrangeiros como eu...
Minha geração já foi classificada como a Geração Baby Boomer, numa tradução livre, Explosão de Bebês. Refere-se aos filhos da Segunda Guerra Mundial, após a guerra houve uma explosão populacional. Na prática consideram como os Baby Boomers, os nascidos entre 1946 e 1964, separados em duas gerações.
Hoje quase ninguém se lembra dos efeitos da Segunda Guerra no Brasil. Para simplificar digo que sou da Geração R. E afirmo logo em seguida “R” de rádio, quando nasci não havia televisão.
E afirmando uma identidade de geração, digo que sou um ano mais velho que nossa Presidenta Dilma. Somos da “Geração R”.
Nós da Geração R (de rádio), tínhamos e temos horror a aprender uma língua estrangeira. Nos meu tempos de moço ( como uma antiga canção “já fui moço, já gozei a mocidade...), quem falasse inglês era um traidor da pátria! Logo classificado pelas então “Patrulhas ideológicas” com um “ENTREGUISTA”. Dicionário da Geração do Rádio: Entreguista aquele que entrega o país aos capitalista norte-americanos.
Pisar na YMCA Associação de Moços, era sinal de “conluio” com os agentes imperialistas. Tomar Coca-cola veneno colonizador para afetar a mente. E tantas e tantas...
Vivemos num país monoglota, durante a Segunda Guerra, foram instituídos no Brasil, campos de concentração. Alemães, japoneses e seus descendentes, foram encaminhados á campos de concentrações. Não tiveram os horrores dos campos de concentração da Europa. Mas falar uma língua estrangeira, era um indício de “quinta-coluna”, como eram chamados os estrangeiros “espiões”.
Depois de 1964, com a “Revolução Redentora”, com a 4ª. Frota dos Estados Unidos pronta a agir, também se tornou suspeito ou inconveniente falar espanhol. Razão Cuba era uma frente aos Estados Unidos, pequena ilha, ao lado dos Estados Unidos.
Imagine um país de tamanho continental, opondo-se e unindo-se aos posicionamentos do Comandante Fidel e Che Guevara. Falar espanhol tornou-se subversivo. Filmes mexicanos, novelas, guarânias e tangos sumiram do nosso horizonte cultura.
Cantava o Belchior: “...um tango argentino me faz bem melhor que o Blues”.
Sem falar da expulsão dos jesuítas, e proibição de falar tupi (a língua geral) pelo Marques de Pombal. Talvez com os colégios jesuítas seriamos um povo bilíngüe, como nossos hermanos da America Latina.
Hoje nesse país virtual da internet, quem não fala uma língua globalizada é analfabeto.
Espanhol com mais falantes que o inglês no mundo. O Inglês com mais capacidade de expansão e difusão em função de sua cultura de cinema e shoppings centers, tornam-se as línguas globalizadas.
Estamos lançando como forma de vencer essa dificuldade dos Monoglotas brasileiros, um Movimento Educacional Popular. Coisa de Don Quixote e Sancho Pacho, L´Armata Brancaleone, mas está indo para seu terceiro ano de tentativa.
Hoje um projeto piloto, para ser difundido e executado:
Eco - Centro de Estudos Experiência Comunitária
Parceiro da Atividade: Educafro Núcleo Consciência Negra Santo Amaro
Movimento Educacional Popular: Projeto Falar Inglês
• Aprender a língua.
• Vivenciar a aprendizagem.
• Compartilhar – Multiplicadores na comunidade.
Metodologia: Simple English – Inglês Globalizado
No mundo atual discute-se a visão de uma língua global, não apenas a visão dos diferentes tipos de inglês, o inglês regional. Mas uma língua geral, uma língua global de comunicação.
• Simple English.
• Globish Nerriere.
• Globish Gogate.
• Crazy English China.
Reuniões Projeto Falar Inglês – Atividades de falantes da língua inglesa com objetivos de troca de experiência, dados culturais, históricos.
Ocorrido nessa terça (18) o debate abordou temas importantes para o mercado editorial, cultura, educação e tecnologia. O moderador Fabio Herz da Livraria Cultura, começou propondo
PROVOCAÇÕES:
Para onde estaria indo a literatura?
Quais as mudanças pelas quais nossos hábitos literários estão passando?
Qual a influência de redes sociais como O Livreiro nesse processo?
VerenaPetitinga, do Livreiro esteve presente ao debate, os livros mais focados são os bestsellers. Fora do circuito editorial tradicional, autores menos conhecidos podem ter contato com o público leitor através de redes sociais.
Eduardo Spohr, autor de “A Batalha do Apocalipse” acredita que a internet não muda a literatura, mas é capaz de conectar pessoas com gostos semelhantes. O próprio escritor pode e deve se comunicar com seus leitores, no intuito de obter retorno quanto à obra. A “A Batalha do Apocalipse” foi editada, com sugestões feitas por leitores, pela Web.
O editor Paulo Tadeu, da editora Matrix, publica cinco livros novos todo mês, muitos vindos da internet. Blogs e sites foram transformados por ele em livros. “Eu não me sinto ameaçado pela internet; ela é, sim, um facilitador”, com visão avançada.
João Paulo Cuenca escritor afirmou que considera fundamental que o manuscrito de um escritor seja submetido a um editor, que o ajude a “separar o joio do trigo”.
Paulo Tadeu, a figura de um editor e de uma boa editora vai continuar sendo importante, mas de uma forma diferente, à medida que editores demonstrarem ser capazes de enxergar os autores como “produtos” interessantes como um todo, com carreiras promissoras pela frente.
LIVRO DE PAPEL versus NOVOS FORMATOS
Verena vê os e-books como nova promessa editorial. Os leitores do Livreiro, em sua grande maioria, leem livros de papel.
Cuenca “O e-book vem para ampliar o mercado”, explicando que o e-book não vai “matar” outros suportes, e sim atuar de forma complementar a eles. O formato digital não superará a experiência da leitura em papel.
O que será do amanhã? Verena coloca que hoje o universo digital nos parece alternativo ao do papel. Mas para quem é criança hoje, será sempre assim?
Cuenca lembra-nos que a leitura é uma experiência individual e quando lemos, temos um universo de subjetividades, e liberdade total para interagir com aquela obra da maneira como nossa imaginação e nossa experiência pessoal nos conduzirem.
Na conclusão é importante que o livro digital, seja mais que um simples arquivo em PDF. Trilhas sonoras, imagens e quem sabe sensações táteis.
Diria a Ana Maria Braga, “Pena que vocês não estão sentido o cheiro dessa comida”...