terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A rota do escravo - a alma da resistência

 

A UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, o  Ensino e a Cultura - é um orgâo que visa promover a educação e cultura pelo mundo. No Brasil, é um escritório nacional da região da América Latina. Seu principal objetivo é auxiliar a formulação e operacionalização de políticas públicas que estejam em sintonia com asestratégias acordadas entre os Estados Membros da UNESCO. Disponibiliza em seu canal no Youtube vários vídeos que contribuem para essa objetivo.

A seguir veja o vídeo: A rota do escravo - a alma da resistência. Produzido pela UNESCO

A rota do escravo - a alma da resistência síntese do tema escravidão, detalhando todos os caminhos que levaram a humanidade a cometer essa crime até a sua abolição em vários países, com foco na América Latina.

A história do comércio de seres humanos é contada através das vozes de escravos, mas também dos mestres e comerciantes de escravos.
Cada um conta sua experiência: da deportação de homens e mulheres para as plantações até o cotidiano do trabalho e os movimentos de abolição.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A nova e a velha escravidão comparações

Comparação entre a nova escravidão e o antigo sistema

Nova escravidão 02

A assinatura da lei Áurea, em 13 de maio de 1888, decretou o fim do direito de propriedade de uma pessoa sob outra, porém o trabalho semelhante ao escravo se manteve de outra maneira. A forma mais encontrada no país é a da servidão, ou ‘peonagem’, por dívida. Nela, a pessoa empenha sua própria capacidade de trabalho ou a de pessoas sob sua responsabilidade (esposa, filhos, pais) para saldar uma conta. E isso acontece sem que o valor do serviço executado seja aplicado no abatimento da conta de forma razoável ou que a duração e a natureza do serviço estejam claramente definidas.

Nova escravidão 01

A nova escravidão é mais vantajosa para os empresários que a da época do Brasil Colônia e do Império, pelo menos do ponto de vista financeiro e operacional. O sociólogo norte-americano Kevin Bales, considerado um dos maiores especialistas no tema, traça em seu livro “Disposable People: New Slavery in the Global Economy” (Gente Descartável: A Nova Escravidão na Economia Mundial) paralelos entre esses dois sistemas que foram aqui adaptados pela Repórter Brasil para a realidade brasileira.

brasil

antiga escravidão

nova escravidão

propriedade legal

permitida

proibida

custo de aquisição de mão-de-obra

alto. a riqueza de uma pessoa podia ser medida pela quantidade de escravos

muito baixo. não há compra e, muitas vezes, gasta-se apenas o transporte

lucros

baixos. havia custos com a manutenção dos escravos

altos. se alguém fica doente pode ser mandado embora, sem nenhum direito

mão-de-obra

escassa. dependia de tráfico negreiro, prisão de índios ou reprodução. bales afirma que, em 1850, um escravo era vendido por uma quantia equivalente a r$ 120 mil

descartável. um grande contingente de trabalhadores desempregados. um homem foi levado por um gato por r$ 150,00 em eldorado dos carajás, sul do Pará

relacionamento

longo período. a vida inteira do escravo e até de seus descendentes

curto período. terminado o serviço, não é mais necessário prover o sustento

diferenças étnicas

relevantes para a escravização

pouco relevantes. qualquer pessoa pobre e miserável são os que se tornam escravos, independente da cor da pele

manutenção da ordem

ameaças, violência psicológica, coerção física, punições exemplares e até assassinatos

ameaças, violência psicológica, coerção física, punições exemplares e até assassinatos

Observação: As diferenças étnicas não são mais fundamentais para escolher a mão-de-obra. A seleção se dá pela capacidade da força física de trabalho e não pela cor. Qualquer pessoa miserável moradora nas regiões de grande incidência de aliciamento para a escravidão pode cair na rede da escravidão. Contudo, apesar de não haver um levantamento estatístico sobre isso, há uma grande incidência de afrodescendentes entre os libertados da escravidão de acordo com integrantes dos grupos móveis de fiscalização, em uma proporção maior do que a que ocorre no restante da população brasileira. O histórico de desigualdade da população negra não se alterou substancialmente após a assinatura da Lei Áurea, em maio de 1888. Apesar da escravidão ter se tornado oficialmente ilegal, o Estado e a sociedade não garantiram condições para os libertos poderem efetivar sua cidadania. Por fim, as estatísticas oficiais mostram que há mais negros pobres do que brancos pobres no Brasil. Outro fator a ser considerado é que o Maranhão, estado com maior quantidade de trabalhadores libertos da escravidão, é também a unidade da federação com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e a que possui a maior quantidade de comunidades quilombolas.

Fonte Reporter Brasil

"Iyalode - Damas da Sociedade",

"Iyalode - Damas da Sociedade",

Canal Curta! documentário sobre mães-de-santo de SP

No Canal Cura! documentário "Iyalode - Damas da Sociedade", dirigido pela jornalista e cineasta Maria Emília Coelho e pelo cientista social José Pedro da Silva Neto.
O filme histórico relata a vida de algumas das mães-de-santo mais antigas de São Paulo --Mãe Pulquéria, Mãe Juju, Mãe Ada e Mãe Sessu--, que no final dos anos 50 trouxeram o candomblé para a cidade. Elas contam como iniciaram na religião e como conseguiram fincar raízes na metrópole.
De dentro dos terreiros, os documentaristas mostram a rotina dessas mulheres e gravam depoimentos, mostrando como a escolha pelo candomblé determinou e transformou suas relações familiares e também com a sociedade que, segundo elas, não está acostumada a ver a mulher à frente de algo tão delicado como a religião.
O retrato dessas trajetórias de vida exprime também o crescimento da religião em São Paulo. Na época em que chegaram à cidade, incompreendidas pela maioria dos paulistanos, instalaram seus terreiros em casas, casebres e casarões, todos afastados da região central. Hoje eles são, além de lugar sagrado para seus adeptos, ponto de referência e de culto a uma das religiões mais tradicionais da cultura brasileira.
Ponto alto do filme é o inédito encontro das quatro mães-de-santo em uma praia paulista. Emocionadas, elas trocam experiências, cantam e homenageiam a mulher e os orixás, à beira do mar.

Dia internacional da Abolição da escravatura e…

Os novos escravos

Dia 2 de dezenbro

Hoje é o dia internacional que evoca a abolição da escravatura. Mas esta não pertence apenas ao passado. Por tradição, porque um dia contraíram uma dívida ou porque foram vendidos pelas famílias os escravos modernos estão condenados a uma existência que não lhes reconhece quaisquer direitos.Há alguns anos li „Gente Descartável” do sociólogo Kevin Bales. Trata-se de uma monografia sobre escravatura moderna. Conta histórias terríveis como a de Bilal, que vende água em Noualchott, a de Siri, vendida pelos pais e obrigada a aceitar 15 ou mais clientes por noite no bordel onde trabalha e as histórias dos meninos que trabalham em fábricas de fogo de artificio na Índia. Nessas fábricas a pólvora queima-lhes os dedos e as bolhas que se formam são rebentadas com carvão ou cigarros acesos para que as crianças não parem de trabalhar.

Alguns nunca viram uma casa,  nem uma cidade, nem o mar, nem um jardim. Dignidade, compaixão ou afecto são palavras desconhecidas nesse mapa de desumanidade.

Em pleno século XXI há ainda quase trinta milhões de pessoas condenadas a uma existência em que não lhe são concedidos quaisquer direitos. Abandonadas nos cantos mais inóspito do planeta : em África, na Ásia e, para nossa vergonha maior,  na Europa. Abominável.

Vozes de África

(…)

Qual Prometeu tu me amarraste um dia

Do deserto na rubra penedia — Infinito: galé! …

Por abutre — me deste o sol candente,

E a terra de Suez — foi a corrente

Que me ligaste ao pé…

O cavalo estafado do Beduíno

Sob a vergasta tomba ressupino

E morre no areal.

Minha garupa sangra, a dor poreja,

Quando o chicote do simoun dardeja

O teu braço eternal.

Castro Alves

Por Helena Ferro Gouveia

em Domadora de Camalões


“Noel Rosa, Poeta da Vila e do Povo”

Filme “Noel Rosa, Poeta da Vila e do Povo”, coproduzido pela TV Brasil, será lançado em DVD no Dia Nacional do Samba

Obra é resultado de reportagens musicais sobre Noel Rosa, exibidas em série coproduzida pela TV Brasil e a Cinemar Produções, e também marca a comemoração do sexto aniversário da emissora

As comemorações pelo Dia Nacional do Samba, celebrado no dia 02 de dezembro, terão um tempero especial: o lançamento, em DVD, do filme “Noel Rosa, Poeta da Vila e do Povo”, uma coprodução da TV Brasil e da Cinemar Produções, que homenageia um dos mais importantes e populares compositores brasileiros: Noel Rosa. O lançamento também marca o sexto aniversário da emissora pública, gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), festejado na mesma data.

O lançamento acontece a partir das 17h30, na livraria Folha Seca, localizada num endereço que é reduto de apreciadores do samba de raiz, a Rua do Ouvidor, 37. Embalando os convidados, sambas de Noel interpretados pela cantora Marina Iris, que tem forte ligação com o gênero. Estarão presentes o diretor do filme, Dácio Malta, o produtor Roberto Faissal, a cantora Mariana Baltar, que interpreta a canção de abertura da obra, e representantes da TV Brasil.

“Noel Rosa, Poeta da Vila e do Povo” é originário da série homônima que homenageou o centenário de nascimento de Noel, cujos cinco episódios foram ao ar na TV Brasil em 2010. A reportagem destaca a obra do compositor, morto aos 26 anos de tuberculose, e que compôs, em sua curta carreira, 227 músicas, a maioria delas sambas, alguns considerados verdadeiras obras-primas. Noel já foi gravado pelos mais notáveis intérpretes da MPB, sendo que algumas de suas músicas, como “As Pastorinhas", conta hoje com cerca de duas centenas de gravações.

Dácio Malta estava escrevendo um espetáculo sobre o centenário de Noel e foi daí que surgiu a ideia do documentário que originou a série de cinco episódios exibida na TV. Segundo ele, guardada a modéstia, o documentário é definitivo porque, quando foi feito, em 2010, não tinha nenhum contemporâneo do Noel vivo. Tudo foi de arquivo. “Eu acho que o documentário sobre a vida e obra de Noel é definitivo. Quando fiz, já não tinha nenhum contemporâneo do Noel. Usei muita coisa de arquivo. Mesmo se alguém fizer vai ser impossível encontrar alguma coisa nova de Noel”, explica Dácio.

A produção reuniu mais de 60 horas de gravações, além de outras dezenas de arquivos sonoros, fotos, partituras e originais de Noel. Resultado de 20 meses de pesquisa, foi realizada em apenas seis semanas. No filme, expoentes da MPB, como Caetano Veloso e Zeca Pagodinho, entre outros, confessam a importância de Noel em suas vidas.

Além das gravações de Zé Renato, que é o diretor musical do filme, de Mariana Baltar, e dos entrevistados, foram utilizadas imagens de arquivos da TV Brasil, TV Cultura, TV Globo, Cinemateca Brasileira, Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, Biblioteca Nacional e Fundação de Artes Alves Penteado. Oito das músicas do documentário são paródias – uma faceta de Noel pouco conhecida do público.

Fonte EBC

sábado, 5 de outubro de 2013

Impérios da África Antiga

Pegue uma pá Porque o Discovery na escola está prestes a escavar Os Impérios da África Antiga. Primeiro vamos como as margens férteis do Nilo deram origem a uma das maiores civilizações do continente em: O Nilo - Onde o Egito Começou. Depois vamos revelar o reinado tumultuado de uma famosa rainha egípcia em: Nefertite Ressuscitada. A seguir, vamos saber como os impérios de Gana e Mali foram formados em: Estudo do Sub-Saara. Finalmente, vamos até Timbuktu para ver como um rei africano transformou a cidade num centro de aprendizado e cultura islâmicas em: O Islamismo chega a Timbuktu.
Múmias, mistérios e muito mais neste documentários...

 50 min. / Dublado em Português / Discovery Channel

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Anitta estrela funk acende debate sobre clareamento de pele

No dia 08/08/2013 o jornal britânico The Guardian publicou uma matéria, onde o debate à respeito do clareamento de pele artificial e do racismo existente no país. Uma publicação mostrou fotos da estrela do funk, Anitta antes e depois do sucesso.

Uma tradução livre da matéria do The Guardian:

“Anitta estrela brasileira do funk acende novo debate sobre clareamento da pele e raça

A última sensação do funk brasileiro, Anitta, conquistou milhões de fãs ao levar o som da favela ao mainstream, mas ela está agora à frente e no centro de um debate sobre cor de pele.

Ativistas de campanhas anti-discriminação e comentaristas sociais dizem que a mais rápida estrela ascendente da música industrial teve que sacrificar sua origem negra para ser bem sucedida na classe média predominantemente branca do mercado.

A polêmica foi motivada pela publicação dad fotografias antes e depois que mostra um clareamento dramático no tom de pele de Anita desde que ela assinou um contrato com a Warner.

Anitta Brazilian-music-

Anitta fotografada quando era relativamente desconhecida e no palco no Brasil no último mês. Foto: Mauricio Santana/Corbis

Na primeira, quando Anitta era relativamente desconhecida, ela parecia mais escura. Na segunda – uma foto de marketing após ela ter ficado famosa – ela aparece mais clara. Quer isso tenha sido resultado de produtos de clareamento de pele e cirurgias cosméticas ou – mais provável – ajustes no Photoshop, o contraste reacendeu a discussão sobre o quanto você necessita ser branco para ser reconhecido no Brasil.

Jarid Arraes, estudante de psicologia e blogueiro, escreveu um post criticando a discriminação latente na mídia e marketing que ela sentiu ter representado a mudança da imagem de Anitta. “As pessoas se negam a aceitar que são racistas e que vivem em uma democracia multirracial, mas as estatísticas mostram que isso está longe da verdade. O clareamento nos mostra uma sociedade profundamente intolerante que não suporta a diversidade… branco é a imagem do rico, do legal, do bem sucedido, do bom, enquanto as pessoas enxergam o preto como o oposto de tudo isso”.

Nascida Larissa de Macedo Machado, a pretendente a diva foi uma corista de igreja em sua infância. Durante a adolescência, fez o nome por si mesma no cenário do baile funk carioca como uma cantora e dançarina curvilínea, dançadora de bumbum... de bunda”.

Esse ano ela explodiu no conhecimento do público com um álbum e um enorme single de sucesso, Show das Poderosas , que liderou as paradas e atraiu 52 milhões de visitas no YouTube.

Apesar de ter sido adorada inicialmente como ídolo pop com uma mensagem forte e algumas melodias cativantes, seus apoiadores a projetam como uma ponte cultural entre as favelas predominantemente habitadas por pretos e mestiços nas encostas dos morros do Rio e os bairros mais ricos e brancos localizados morro abaixo.

Ela amenizou a dança sugestiva [sexo], referência gangsta e letras explícitas do baile funk e intensificou o R&B transglobal em vários vídeos promocionais mais suaves, inclusive um para Meiga e Abusada no qual ela janta com uma família branca.

Agora, no entanto, as perguntas estão sendo feitas se ela – ou sua equipe de marketing – ter ido tão longe ao reconstruir sua imagem para atrair uma demografia mais lucrativa. “Se eles tem cabelos crespos, vão se sentir coagidos a alisá-lo. Se eles tem um nariz grande, serão coagidos a fazer uma rinoplastia“, disse Arraes. “Isso cria um círculo vicioso de auto-estima”.

Este é um tema sensível nessa nação grande e altamente mestiça. Brasil – um dos últimos grandes países do mundo a banir a escravidão – tem a maior população de descendentes de africanos fora da África, mas raça e descendência são menos importantes aqui do que cor. E apesar do objetivo declarado da nação de ser uma democracia multirracial, há uma relação clara entre o tom da pele e a desigualdade.

Nas cidades brasileiras, trabalhadores brancos ganham quase o dobro do que os descendentes de africanos. Até 2011, estudantes pretos ou pardos também passavam dois anos a menos nas escolas do que a média dos estudantes.

O governo diz que essa diferença está diminuindo graças ao sistema de cotas raciais nas universidades e outras formas de ações afirmativas. Mas o abismo permanece flagrantemente aparente. A grande maioria dos executivos de negócio e do governo são brancos, enquanto a maior parte dos empregos mais braçais são feitos por pretos e pardos. Caminhe por Ipanema, Gávea ou outros bairros de luxo na Zona Sul do Rio e você estará mais propenso a ver babás negras empurrando carrinhos com bebês brancos do que o contrário.

Definição de cor é complexa. Pessoas que se definem como brancas estão em minoria pela primeira vez no censo mais recente realizado em 2010. Entre os 197 milhões de pessoas que vivem no Brasil, 82 milhões disseram que eram pardos, 15 milhões pretos, dois milhões asiáticos e 0,5% indígenas.

Sylvio Ferreira, professor de psicologia na Universidade Federal de Pernambuco, acredita que Anitta conquistou o coração da classe média por fazer um som rebelde e tornando-o mais domesticado e mais palatável a todos os estratos sociais.

“Isso foi conquistado a partir do clareamento racial? Não”, diz ele. “O que aconteceu foi uma mudança do espaço social onde Anitta produziu sua arte: da periferia para o centro”.

Outros concordam que a questão da cor da pele foi exagerada. Maycon de Mattos Batista, um analista financeiro que trabalhou com Anitta quando ela era uma estagiária na Vale, disse que houve uma grande transformação na imagem de Anitta, mas não de sua cor.

“Eu não acredito que se trate de clareamento; é mais a maneira como ela está sendo produzida com a maquiagem, estilistas de cabelo e o modo como se veste”, ele disse. “Eu não acho que foi por causa de pressão sobre ela. Ela sempre gostou de se mostrar, cantar e dançar. Isso é algo natural para ela. Acredito que é por conta de sua naturalidade que ela é está onde está hoje em dia”.

Leandro Silva de Souza, um ativista por igualdade racial na cidade nordestina de Salvador, disse que o preconceito reside não na sociedade, mas nos produtores musicais e executivos de mídia. O público, diz ele, provou que está interessado na música em si após ter escolhido Oléria – uma lésbica negra – como a mais recente vencedora do The Voice Brasil, um show similar ao Pop Idol.

Anitta ainda tem de ser ouvida à respeito desse debate e o The Guardian não conseguiu contatá-la para comentar o assunto. Contudo, em uma entrevista recente publicada no Blog Folha, ela descreveu a necessidade por identidade para ser bem definida.

“Toda poderosa é uma mulher que não precisa ser bonita, mas tem tanta atitude que é maravilhosa, é poderosa”, diz Anitta à apresentadora Sabrina Sato. “O que tento passar no meu trabalho para todo mundo é que nós podemos ser quem quisermos”.

Com reportagem adicional por Anna Kaiser.

Tradução Hugo Ferreira

Fonte: The Guardian