sábado, 3 de agosto de 2013

Corpo do Amarildo no aterro do lixão?

Caso Amarildo: PM diz que tráfico obrigou caminhão a recolher corpo

A Polícia Civil chegou a fazer buscas no Caju, mas foi informada de que o lixo fica poucos dias no lugar, sendo levado para o aterro de Seropédica.

clip_image002

Elizabeth, mulher de Amarildo, em frente à Divisão de Homicídios com um perito Ana Branco / O Globo

O delegado Rivaldo Barbosa, titular da Divisão de Homicídios (DH), que assumiu o caso na quinta-feira, já determinou que uma perícia seja feita no local.

Perícia na sede da UPP

A versão de que criminosos teriam ordenado ao tio do PM que levasse um corpo para o lixão pode confirmar a informação do major Édson, que disse ter visto Amarildo pela última vez descendo a escadaria de acesso à Rua Dioneia, ao sair da UPP. No entanto, justamente as câmeras localizadas na escadaria e em frente à sede da unidade, únicos caminhos por onde o ajudante de pedreiro poderia passar ao sair da UPP, não estavam funcionando naquela noite. Segundo a empresa que faz a manutenção do equipamento, havia peças queimadas.

Outro dado que chama a atenção é o fato de os equipamentos de GPS de três carros da UPP da Rocinha, inclusive o que transportou Amarildo de casa até a unidade, estarem desligados no dia do seu sumiço. Os aparelhos servem para registrar os locais percorridos pelos veículos. A Secretaria de Segurança informou que técnicos estão tentando detectar a falha.

Diante das dúvidas, policiais da DH ouviram ontem de novo a família de Amarildo — investigadores da 15ª DP (Gávea) já haviam colhido depoimentos de parentes. Na sexta-feira, foi ouvida a mulher da vítima, Elisabete Gomes da Silva. Também foi realizada uma perícia na UPP da comunidade.

Fonte CBN/Globo

Fronteira do desenvolvimento africano

A nova fronteira do desenvolvimento africano

O desenvolvimento do continente com uma das maiores taxas de crescimento do mundo

Com uma das maiores taxas de crescimento econômico do planeta,  a África está nos planos de governos e empresas, que enxergam excelentes oportunidades de negócio e investimentos no continente. ONova África mostra os fenômenos que geram o crescimento da África e as fórmulas que impulsionam o sucesso dos países africanos.

O primeiro é Botswana, apontado por entidades internacionais como uma história de sucesso e desenvolvimento. De acordo com o presidente da Bolsa de Valores, Hiram Mendes, a estabilidade política e a intolerância à corrupção colaboram para o sucesso de uma economia em crescimento.

No programa, Mendes conversa sobre a necessidade de se ampliar o mercado e o fim da dependência econômica da exploração de diamantes, uma das maiores riquezas de Botswana.

Nova África - Segunda temp. - Ep. 17 - Fronteira do Desenvolvimento (trailer)

O décimo sétimo episódio da segunda temporada do Nova África, da TV Brasil, exibido no dia 1 de fevereiro de 2013, mostra o desenvolvimento do continente com uma das maiores taxas de crescimento do mundo.

De lá, o Nova África segue para Cabo Verde. O primeiro ministro do país, José Maria Neves, descreve o potencial turístico da região e explica como o país investe na qualificação de mão de obra. Um exemplo é a Escola de Hotelaria e Turismo que, apesar do esforço, não consegue suprir o mercado com trabalhadores qualificados.

De Cabo Verde, o programa segue para Angola, que ainda ostenta altos índices de desemprego entre a população, a despeito da crescente economia. O repórter Márcio Werneck mostra que o país corre um sério risco com a falta de profissionais qualificados. Atento ao problema, o governo angolano vem desenvolvendo políticas de formação profissional.

A equipe visita o Centro Integrado de Formação Tecnológica, que dá suporte às empresas angolanas e estrangeiras com trabalhadores especializados. E mostra que Angola, apesar dos avanços, busca diversificar a sua economia e diminuir a dependência da sua maior fonte de renda: o petróleo. Em  entrevista especial, o economista angolano, José Cerqueira, faz uma análise dos sucessos e principais desafios desse país.

fonte: TV Brasil

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Uniões homoafetivas oficializadas pela Igreja Católica

John Boswell, estudioso católico na Universidade de Yale, EUA, publicou há 20 anos o livro “Uniões do mesmo sexo na Europa pré-moderna”

Casamento homosexual

John Boswell, estudioso católico na Universidade de Yale, EUA, publicou há 20 anos o livro “Uniões do mesmo sexo na Europa pré-moderna” que exemplificou centenas de casos documentados de uniões entre pessoas do mesmo sexo oficializadas pela Igreja católica apostólica romana. A pesquisa aponta que a proibição surgiu durante a Idade Média. O livro ganhará versão digital este mês e vem em tempo de reacender a polêmica ao casamento gay.
Em 1980, um trabalho de Boswell, que dedicou sua vida a pesquisar a fundação da igreja romana e católica já chamou atenção às evidências. “Cristianismo, Tolerância Social e Homossexualidade: Pessoas gays na Europa Ocidental a partir do início da era cristã para o século XIV” reuniu arquivos espalhados por toda a Europa de uniões e sociedades entre pessoas do mesmo sexo. A Igreja, no século XIII reformulou o casamento, criando a reprodução como sua justificativa principal. Ao mesmo tempo, proibiu o sexo banal. O casamento era antes apenas um contrato de famílias, algo diferente da visão que temos hoje.
Até tal período, homens homossexuais eram tolerados no Império Romano. O livro cita o relato de enterros e casamentos de dois homens ou duas mulheres, com rituais idênticos aos de casais heterossexuais. “Em 342, o Código de Teodósio, imperador de Roma, proibiu casamentos entre homens, evidência de que eles existiam”. “ Sérgio e Baco, ambos soldados romanos do final do terceiro século, que, unidos por estreita amizade, terão coabitado. Terminaram executados por recusarem-se a abjurar da sua fé cristã”. Diz matéria preliminar apresentada aqui na Lado A, na Coluna Para Pensar, com o título “O casamento Guei existiu”, do filósofo e colunista Arthur Virmond de Lacerda Neto.
“O imperador bizantino Basílio I (867-886), antes da sua entronização, participou de cerimônias desta natureza duas vezes, como nubente: na primeira, uniu-se a Nicolau; na segunda, a João.
Uma gravura medieval mostra-o, na sua boda com João, diante de um padre cristão e do evangelho aberto, em uma igreja. No século XII, multiplicam-se as versões escritas dos rituais dos matrimônios homossexuais, vedados aos monges. Havia velas acesas, aposição das mãos sobre os Evangelhos, união das mãos direitas dos nubentes, cingimento das mãos ou das cabeças deles com a estola usada nas cerimônias heterossexuais, preces, comunhão, beijo e, por vezes, cirandas à volta do altar.

Em 1578, Montaigne testemunhou, na igreja de S. João da Porta Latina, uma cerimônia de união de portugueses: empregaram os textos núpcias e comungaram, após o que, cearam em comum e deitaram-se juntos. A cena foi testemunhada também pelo embaixador de Veneza.
Segundo Montaigne, especialistas romanos afirmavam que, desde que o sexo entre homem e mulher somente pelo casamento se legitima, parecera-lhes justo autorizarem-no entre homens, por igual motivo”. São alguns trechos do livro Homossexualidade. Uma história; Record, 1999 de Colin Spencer.

Uniões homoafetivas oficializadas pela Igreja Católica

John Boswell, estudioso católico na Universidade de Yale, EUA, publicou há 20 anos o livro “Uniões do mesmo sexo na Europa pré-moderna”

Casamento homosexual

John Boswell, estudioso católico na Universidade de Yale, EUA, publicou há 20 anos o livro “Uniões do mesmo sexo na Europa pré-moderna” que exemplificou centenas de casos documentados de uniões entre pessoas do mesmo sexo oficializadas pela Igreja católica apostólica romana. A pesquisa aponta que a proibição surgiu durante a Idade Média. O livro ganhará versão digital este mês e vem em tempo de reacender a polêmica ao casamento gay.
Em 1980, um trabalho de Boswell, que dedicou sua vida a pesquisar a fundação da igreja romana e católica já chamou atenção às evidências. “Cristianismo, Tolerância Social e Homossexualidade: Pessoas gays na Europa Ocidental a partir do início da era cristã para o século XIV” reuniu arquivos espalhados por toda a Europa de uniões e sociedades entre pessoas do mesmo sexo. A Igreja, no século XIII reformulou o casamento, criando a reprodução como sua justificativa principal. Ao mesmo tempo, proibiu o sexo banal. O casamento era antes apenas um contrato de famílias, algo diferente da visão que temos hoje.
Até tal período, homens homossexuais eram tolerados no Império Romano. O livro cita o relato de enterros e casamentos de dois homens ou duas mulheres, com rituais idênticos aos de casais heterossexuais. “Em 342, o Código de Teodósio, imperador de Roma, proibiu casamentos entre homens, evidência de que eles existiam”. “ Sérgio e Baco, ambos soldados romanos do final do terceiro século, que, unidos por estreita amizade, terão coabitado. Terminaram executados por recusarem-se a abjurar da sua fé cristã”. Diz matéria preliminar apresentada aqui na Lado A, na Coluna Para Pensar, com o título “O casamento Guei existiu”, do filósofo e colunista Arthur Virmond de Lacerda Neto.
“O imperador bizantino Basílio I (867-886), antes da sua entronização, participou de cerimônias desta natureza duas vezes, como nubente: na primeira, uniu-se a Nicolau; na segunda, a João.
Uma gravura medieval mostra-o, na sua boda com João, diante de um padre cristão e do evangelho aberto, em uma igreja. No século XII, multiplicam-se as versões escritas dos rituais dos matrimônios homossexuais, vedados aos monges. Havia velas acesas, aposição das mãos sobre os Evangelhos, união das mãos direitas dos nubentes, cingimento das mãos ou das cabeças deles com a estola usada nas cerimônias heterossexuais, preces, comunhão, beijo e, por vezes, cirandas à volta do altar.

Em 1578, Montaigne testemunhou, na igreja de S. João da Porta Latina, uma cerimônia de união de portugueses: empregaram os textos núpcias e comungaram, após o que, cearam em comum e deitaram-se juntos. A cena foi testemunhada também pelo embaixador de Veneza.
Segundo Montaigne, especialistas romanos afirmavam que, desde que o sexo entre homem e mulher somente pelo casamento se legitima, parecera-lhes justo autorizarem-no entre homens, por igual motivo”. São alguns trechos do livro Homossexualidade. Uma história; Record, 1999 de Colin Spencer.

Liberados presos do protesto em SP

Detidos no protesto em SP foram liberados durante a manhã de hoje

Jornalista detido

 

São Paulo - Treze pessoas detidas durante o protesto de ontem na capital paulista foram liberadas na manhã de hoje, informou a Secretaria de Segurança Pública (SSP). Eles passaram a noite no 78º Distrito Policial (DP), no bairro Jardins, prestaram depoimento e foram dispensados sem precisar pagar fiança. A secretaria não informou os motivos das prisões.

A manifestação foi marcada pelas redes sociais e reuniu, segundo a Polícia Militar, cerca de 300 pessoas. Eles saíram em caminhada do Viaduto do Chá, em frente à sede da prefeitura de São Paulo, e seguiram pela Avenida 23 de Maio, pela Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, antes de chegar à Avenida Paulista. Essa foi a terceira manifestação na capital em protesto contra o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza no Rio de Janeiro, contra o governador Geraldo Alckmin e pedindo a desmilitarização da polícia.

Durante o trajeto na Avenida Paulista, os manifestantes tentaram avançar sobre agências bancárias e deram gritos em favor da depredação. Nos dois primeiros atos promovidos em solidariedade ao movimento carioca, que pede explicações no caso do desaparecimento do pedreiro, agências bancárias e estabelecimentos comerciais também foram atacados.

Camila Maciel*      
Repórter da Agência Brasil

02/08/2013 – 12h19

*Colaborou Daniel Mello
Edição: José Romildo

Moda africana - Brasil

Mulheres africanas aproveitam os preços de São Paulo e sobrevivem da revenda dos produtos

Moda africana - Angola Fashion Week
O Nova África mostra como a estética do continente africano tem se tornado referência de moda para as passarelas de todo o mundo. Você verá que a África é mais do que uma fonte de inspiração para o planeta. Em vários países africanos surge uma geração de estilistas que, como muita criatividade, estão colocando as grifes e passarelas da África no mapa da moda mundial. Os repórteresMárcio Werneck e Aline Maccari, mostram que a África também combina com a alta costura.
Na cidade de Joanesburgo, naÁfrica do Sul, designers do continente mostram o seu talento para o mundo. O Mercedes-benz Fashion Week, é o evento escolhido por estilistas africanos como o principal cenário para as suas coleções. O programa ouviu a empresária Precious Motsepe, uma das mais influentes personalidades da moda africana e criadora da principal empresa de eventos de moda do continente, o Fashion Week Internacional.
Já em Angola quem está na moda é o Brasil. Os designers desenvolvidos no Brasil fazem a cabeça, o corpo e os pés de angolanos e angolanas. O Nova África mostra que esse sucesso vem de uma mania brasileira muito comum no país: as novelas. Inspiradas pelas telenovelas, dezenas de sacoleiras angolanas vem ao Brasil para levar as roupas utilizadas por atores e atrizes brasileiros. O programa mostra como funciona esse mercado e acompanha esses comerciantes da moda pelas ruas de São Paulo.
De Angola, para o Marrocos. A repórter Aline Maccari mostra um país que tem tradição em produtos de moda que são disputados em todo o planeta. Ali, é possível conhecer os famosos tanques marroquinos para tingimento de couro, o Tanrík. O local, que existe há mais de mil anos, serve para o preparo do produto utilizado na confecção de diversos acessórios. Outro ponto alto na arte marroquina é a confecção de jóias. A prata, o âmbar e os corais conquistam os estrangeiros com designers exóticos influenciados pela cultura do norte da África, o Berber.
No Marrocos, o tradicional ganha roupagens modernas com a ajuda de estilistas africanos e estrangeiros. A repórter Aline Maccari mostra como uma peça clássica do vestuário marroquino, oCaftã, foi redescoberto por grandes estilistas nas décadas de 1960 e 1970. Ainda no país é possível conhecer também a fonte de inspiração do estilista mundialmente famoso, Yves Saint Laurent. EmMarrakesh, os Jardins Majorelle servia como um refúgio criativo para que ele pudesse criar as suas novas coleções.

Nas ruas do Brás, tradicional ponto de venda de roupas em São Paulo, belas mulheres negras, falantes e alegres desfilam com seus cabelos bem penteados e roupas com cores vibrantes. A cena se repete no bairro de Bom Retiro e também nas pontas de estoque de Moema.
A clientela feminina é formada por sacoleiras vindas de Cabo Verde, Moçambique, mas principalmente, de Angola. Elas atravessam o Atlântico e embarcam para a cidade de São Paulo em busca de produtos à moda brasileira para revender em seus países de origem. As compras são feitas em quantidades enormes e depois despachadas por transportadoras.

Fonte TV Brasil



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Sangue no carro da polícia não é de Amarildo

Sangue encontrado em carro da UPP da Rocinha não é de Amarildo, diz Polícia Civil

 

Amarildo Cristo

Rio de Janeiro – O Instituto de Pesquisa e Perícias em Genética Forense da Academia de Polícia Civil do Rio de Janeiro informou  que o sangue encontrado na viatura da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, zona sul do Rio, não é do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza. O resultado do exame foi divulgado na noite de ontem (31). O morador da comunidade carioca está sumido desde o dia 14 de julho, quando foi conduzido da sua casa para a sede da UPP.

A Polícia Civil informou em nota que “pela manhã [de ontem], dois filhos do pedreiro coletaram amostra de material genético para confrontar com o DNA do sangue detectado no carro com o uso de luminol. O resultado deu negativo. A investigação continua em andamento com a Delegacia de Homicídios”.

Às 14h de hoje (1º) o promotor de justiça Homero Neves; o delegado titular da Delegacia de Homicídios (DH), Rivaldo Barbosa; a esposa de Amarildo, Elizabete Gomes; e o subprocurador-geral de Justiça de Direitos Humanos e Terceiro Setor, Ertulei Laureano, farão uma reunião na sede do Ministério Público Estadual.

Edição: Valéria Aguiar

 

01/08/2013 - 11h47

Da Agência Brasil