terça-feira, 5 de março de 2013

O maior explorador da África

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Abubakari II abandonou seu reino para buscar o conhecimento

Partiu com uma flotilha de 2000 barcos

Desembarcou em Pernambuco – Recife? 

Um imperador africano que governou Mali no século 14 descobriu a América cerca de 200 anos antes de Cristóvão Colombo, de acordo com um livro a ser lançado este mês.

Abubakari II governou Mali o que foi sem dúvida o maior império mais rico e na terra que ocupava quase toda a África Ocidental.

Uma historia eurocentrista a ser desmistificada

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Nosso objetivo é trazer para fora partes ocultas da história

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Khadidjah Dire

Segundo um estudioso do Mali, Gaoussou Diawara em seu livro, "A Saga de Abubakari II ... ele saiu com 2.000 barcos", o imperador deu todo o poder e ouro para buscar o conhecimento e descoberta.

Abubakari II cuja ambição era investigar o Oceano Atlântico.

Em 1311, ele entregou o trono para o seu irmão, Kankou Moussa, e partiu em uma expedição para o desconhecido.

Seu antecessor e tio, Soundjata Keita, já tinha fundado o império Mali e conquistou um bom trecho do deserto do Saara e as grandes florestas ao longo da costa Oeste Africano.

 

Campos do ouro

 

O livro também se concentra em um projeto de pesquisa que está sendo realizada em viagens de Mali seguindo o trajeto de Abubakari.

"Não estamos dizendo que Abubakari II foi o primeiro a cruzar o oceano", diz Tiemoko Konate, que lidera o projeto

"Há evidências de que os vikings estiveram na América muito antes dele, assim como os chineses", disse ele.

 

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A maioria dos Griots estão começando a divulgar segredos de Abubakari

Os pesquisadores afirmam que a frota de Abubakari de barcos, carregado com homens e mulheres, comida, gado e água potável, zarpou do que é hoje a costa da atual Gâmbia.

 

Eles estão reunindo evidências de que em 1312 Abubakari II desembarcou na costa do Brasil, no lugar hoje conhecido como Recife.

"Seu outro nome é Purnanbuco, (Pernambuco) que acreditamos que é uma distorção do nome da língua Mandé “Nome para os campos ricos de ouro”, que eram a grande parte da riqueza do Império Mali, segundo Boure Bambouk".

Outro pesquisador, Khadidjah Djiré, diz que encontrou relatos escritos de expedição Abubakari no Egito, em um livro escrito por Al Omari, no século 14.

"Nosso objetivo é trazer para fora partes ocultas da história", diz ela.

 

Os comerciantes negros

Konate diz que eles também estão examinando relatos de Colombo, ele disse que encontrou comerciantes negros presentes nas Américas quando lá chegou.

Citam análises químicas das pontas de lanças que Colombo encontrou (ferro misturado com ouro) nas Américas, que mostram que o ouro provavelmente veio da África Ocidental.

 

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Mali foi um reino de ouro, mas a maioria das famílias vive na pobreza

Mas os estudiosos dizem que as melhores fontes de informação sobre Abubakari II são Griots - os historiadores originais em África.

Diawara diz que a complexidade da história de Abubakari II, é que os próprios Griots impuseram um compromisso de silêncio sobre a história.

"Os Griots avaliavam sua abdicação do trono um ato vergonhoso, não é digno de louvor," segundo. Diawara.

"Por essa razão, eles se recusaram a cantar louvores ou falar deste grande homem Africano."

Diawara diz que os griots da África Ocidental, como os “Sadio Diabate”, estão lentamente começando a divulgar os segredos sobre Abubakari II.

Historiadores acadêmicos e a história oral

Mas a equipe de pesquisadores diz um desafio ainda maior é convencer os historiadores acadêmicos que a história oral pode ser tão precisa como registros escritos.

Diawara acredita que a Saga de Abubakari tem uma importante lição de moral para os líderes dos pequenos Estados Nações da África Ocidental, que já foram parte do grande império de língua mandinga.

"Veja o que está acontecendo em todos os fragmentos do que foi o império Mali, na Costa do Marfim, Serra Leoa, Libéria e Guiné.

"Os políticos estão colocando seus países em banhos de sangue, ateando fogo apenas para que eles possam se agarram ao poder", diz Diawara.

"Eles deveriam ver o exemplo de Abubakari II. Ele era um homem muito mais poderoso do que qualquer um deles. E estava disposto a desistir de tudo em nome da ciência e da descoberta."

"Isso deveria ser uma lição para todos em África hoje", conclui o Sr. Diawara.

Por Joan Baxter no Mali

Artigo publicado em 13 de dezembro de 2000

Fonte:http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/1068950.stm

versão Hugo Ferreira

Riqueza da África no século 14

Rei africano do século 14 foi homem mais rico da história, diz site

Uma fortuna acumulada pelo exercício do comércio do sal e do ouro. Uma visão de uma África antes dos europeus. Mansa Musa herdou o reino de seu antecessor Abubakari II que partiu para uma viagem ao desconhecido com dois mil barcos.

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Fortuna de Musa valeria US$ 400 bilhões por valores atuais

Um rei que governou o oeste da África no século 14 teria sido o homem mais rico do mundo, segundo o site americano CelebrityNetworth.com, que reúne informações sobre fortunas de personalidades diversas.

Por valores reajustados segundo a inflação atual, a fortuna pessoal de Mansu Musa I, que vivia na região onde fica hoje o Mali, valeria o equivalente a US$ 400 bilhões (R$ 815,3 bilhões) na ocasião de sua morte, em 1331.

Nascido em 1280, Musa, que ganhou o título de Mansu, que significava rei dos reis, foi o rei do império Mali por 25 anos. Seu reino englobava o território atualmente formado por Gana e o Mali e regiões ao redor.

Musa foi um devoto muçulmano que ajudou a difundir a fé islâmica pela África e fez do império Mali uma potência. Ele investiu fortemente na construção de mesquitas e escolas e fez da capital de seu império, Timbuktu, um centro de comércio, saber e peregrinação religiosa.

O império de Musa respondeu pela produção de mais de a metade do suprimento mundial de ouro e sal, de onde o governante tirou boa parte de sua vultosa fortuna.

Muitos comerciantes vindos da Europa foram a Timbuktu, atraídos pelo ouro e pelas oportunidades de negócios oferecidos pela capital do império erguido por Musa.

Os herdeiros do imperador não teriam conseguido preservar sua vasta riqueza, devido a perdas provocadas por guerras civis e invasões realizadas por conquistadores.

Lista

A relação elaborada pelo CelebrityNetworth.com inclui as 25 fortunas que o site diz serem as maiores de todos os tempos.

Os homens mais ricos da história *

1. Mansa Musa I – US$ 400 bilhões

2. Família Rothschild – US$ 350 bilhões

3. John D. Rockefeller – US$ 340 bilhões

4. Andrew Carnegie – US$ 310 bilhões

5. Nikolai Alexandrovich Romanov - US$ 300 bihões

6. Mir Osman Ali Khan - US$ 230 bilhões

7. Guilherme, o Conquistador - US$ 229,5 bilhões

8. Muamar Khadáfi - US$ 200 bilhões

9. Henry Ford - US$ 199 bilhões

10. Cornelius Vanderbilt - US$ 185 bilhões

* Lista elaborada pelo site CelebrityNetworth

Na lista, há nomes conhecidos como Bill Gates (em 12º lugar, com uma fortuna estimada em US$ 136 bilhões) e Warren Buffet (em 25º, com uma fortuna avaliada em US$ 64 bilhões).

Os bilionários que integram a relação das maiores fortunas têm, segundo estimativas do CelebrityNetworth.com, uma fortuna acumulada equivalente a US$ 4,317 trilhões (cerca de R$ 8,8 trilhões).

A relação das 25 maiores fortunas da história é composta apenas por homens.

Um total de 14 dos 25 integrantes da compilação formulada pelo site são americanos.

O empresário Bill Gates é o homem mais rico entre os bilionários ainda vivos que constam da lista.

Ele aparece à frente do mexicano Carlos Slim, que vem sendo listado como o homem mais rico do mundo no ranking da revista Forbes, mas que aparece na relação como o 22º mais rico, com uma fortuna estimada em US$ 68 bilhões.

Atualizado em  16 de outubro, 2012

fonte http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/10/121016_homem_rico_bg.shtm:

segunda-feira, 4 de março de 2013

Miriam Makeba é homenageada pelo Google

Miriam Makeba é homenageada pelo Google no dia do 81º aniversário

Miriam Makeba, cantora antiapartheid da África do Sul, completaria 81 anos hoje. Saiba um pouco sobre sua biografia e história de vida

Miriam Makeba, cantora sul-africana, é relembrada pelo Google no dia em que faria 81 anos Foto: Wikimedia Commons / ReproduçãoMiriam Makeba, cantora sul-africana, é relembrada pelo Google no dia em que faria 81 anosFoto: Wikimedia Commons / Reprodução

Miriam Makeba, ou Zenzile Miriam Makeba com seu nome completo, é a homenageada pelo Google no logo (doodle) desta segunda-feira, dia em que a cantora sul-africana completaria 81 anos. Makeba nasceu em 4 de março de 1932, em Joanesburgo, e morreu em 10 de novembro de 2008, em Castel Volturno.

O logo do Google em homenagem à artista retrata Miriam Makeba com um traje típico africano portando um microfone à frente do doodle, também inspirado em motivos africanos.

Google lembrou Miriam Makeba publicando um logo com motivos africanos neste dia 04 de março Foto: Google.com.br / Reprodução

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/internet/miriam-makeba-e-homenageada-pelo-google-no-dia-do-81-aniversario,3545a4b49f43d310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Enfermeiras negras no Exército EUA

Enfermeiras negras no Exército do EUA na Segunda Guerra Mundial

 

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A luta pela participação do negro na Segunda Guerra Mundial nos Estados Unidos (1941/1944), na época o EUA um país onde existia a “segregação racial” impedindo o uso dos direitos para membro com base na origem étnica de grupos. Importante foi a participação como garantia de direitos civis dos cidadãos.

O “Black Army Nurses” aceitou apenas um pequeno número de enfermeiras negras durante a Segunda Guerra Mundial. Quando a guerra terminou em setembro de 1945 apenas 479 enfermeiras negras estavam servindo em um corpo de 50 mil por causa de um sistema de cotas impostas pelo Exército “segregado” durante o rápido tempo de dois anos da guerra forçando o número de alistamento de negros. Em 1943, por exemplo, o Exército limitou o número de enfermeiras negras no Corpo de enfermeiras para 160. Autoridades do Exército argumentou que as atribuições disponíveis para enfermeiras negras foram limitados porque eles só foram autorizados a cuidar de soldados negros em enfermarias ou hospitais exclusivos. Mas a reação pública desfavorável e a pressão política forçou o Exército a abandonar o seu sistema de cotas em 1944. Posteriormente, cerca de 2.000 estudantes negros matriculados no programa do Corpo de Enfermeiras Cadetes (Cadet Nurse Corps), e escolas de enfermagem para os negros beneficiaram aumento do financiamento federal.

 

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A primeira unidade médica negra implantada no exterior foi a 25 Estação Unidade Hospitalar, que continha 30 enfermeiros. A unidade foi para a Libéria em 1943 para cuidar de tropas dos EUA que protegem aeroportos estratégicos e plantações de borracha. A malária foi o problema de saúde mais grave que as tropas encontraram. Embora os pacientes de malária exijam uma quantidade intensiva de cuidado, muito desse trabalho foi de rotina e pode ser prestado por paramédicos treinados.

Fontes:

African American Women in the Military and at War:

Black Army Nurses

domingo, 3 de março de 2013

O olhar fotográfico sobre os negros de ganho

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No Rio de Janeiro na década de 1860 o olhar do fotógrafo José Christiano de Freitas Henrique Júnior, registra momentos significativos da vida da cidade, na época capital do Brasil. Com uma população aproximada de quase 270 mil habitantes, onde 110 mil eram escravos. A maior concentração urbana de trabalhadores escravos desde o fim do império romano.

A enorme e variada composição de tipos humanos mostra a quantidade de grupos étnicos formadores da nossa nação.

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O fotógrafo Christiano Júnior, como assina suas fotos, traz os cativos ou libertos para seu estúdio e recria suas atividades profissionais. Mostrando carregadores e os chamados “negros de ganhos” homens e mulheres trabalhando como vendedores nas ruas, e o lucro ao final do dia é entregue ao proprietário como paga do “ganho”. Produtos como água, cestos, flores, legumes, aves, livros, sapatos, facas, moringas, cristais, porcelanas, doces, roscas e bolos transportados à cabeça em latas ou caixas.

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Inicialmente em Maceió, muda-se para o Rio de Janeiro e associa-se com Fernando Antônio de Miranda no estúdio “Photographia do Commercio” depois entre 1866 e 1875, fica sócio de Bernardo José Pacheco na firma “Christiano Jr.& Pacheco”, onde produz seus cartões com pessoas de origem africanas, escravas ou libertas encenando suas atividades profissionais no estúdio.

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Quem seria os consumidores das fotos-cartões? O anúncio publicado no “Almanaque Laemmert”, de 1866 são apresentados os serviços do fotógrafo: “Variada colecção de costumes e typos de pretos, cousa muito própria para quem se retira para Europa". São mostrados os “tipos de negros” classificados pelas atividades exercidas. Com legendas "Tipos africanos", "Escravo cesteiro", "Escravo vendedor de cadeiras", etc. Não existe o individuo, são sempre retratadas de pé, de frente e de perfil mostrando características físicas, roupas, e instrumentos dos seus “ganhos” e ofícios.

Os instrumentos de trabalho são dos senhores, apesar da dignidade dos retratados, há uma rigidez forçada, não encarando a objetiva. São cartões postais mostrando o lado exótico para uma visão eurocêntrica. Um cativo subordinado e disciplinado. As fotos não trazem as tensões do forte movimento abolicionista da época, onde fugas e revoltas traziam os ideais de liberdade.

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Nesse sentido, concordo com Sandra Koutsoukos, quando afirma que as fotos dos negros escravos são possuidoras da preocupação de se montar a cena da mesma forma que se faz com as fotografias tiradas dos homens livres. A diferença está no fato de que nas imagens retratando escravos, "[...] os signos que distinguiriam sua classe social (...)" são outros. Além disso, completa a autora, nessas fotografias podemos encontrar indícios da participação "[...] dos escravos na construção daquele que poderia ser o seu retrato, através de sua indumentária típica (muitos se apresentavam com suas próprias roupas; um acordo com o fotógrafo, com certeza), seus instrumentos de trabalho, suas expressões, seus olhares, suas poses, seus penteados e suas cicatrizes étnicas".

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Além das cenas retratadas, está a apropriação do ofício, do empreendedorismo do africano ou descendente de conseguir com seu trabalho um meio para pagar a sua liberdade. Acumular bens com seu esforço e empenho.

 

 

Um olhar diferenciado, da visão tradicional do negro preso na senzala. Sem capacidade, sem empenho, preso à sua própria prisão mental de “ser escravo”. Surgem homens e mulheres, livres que foram escravizados lutando por sua dignidade e liberdade.

Fontes:

Fotos Coleção Christiano Jr. IPHAN

Enciclopédia Itaú Cultural

Sandra Sofia Machado KOUTSOUKOS. No estúdio do fotógrafo: um estudo da (auto) representação de negros livres e escravos no Brasil da segunda metade do século XIX. Campinas:

Jacob GORENDER. In: “A face escrava da corte brasileira”. In: Paulo César de AZEVEDO e Maurício LISSOVSKY. Escravos brasileiros do século XIX na fotografia de Christiano Jr. (1864-1866)

sábado, 2 de março de 2013

Michelle Obama rebate críticas após o Oscar

Numerosas críticas surgiram em relação a apresentação efetuada por Michelle Obama. Enquanto uma primeira dama é criticada por sua exposição na mídia, usam-se modelos loiros e de olhos azuis (coloridas com Photoshop) para representar uma “Rainha Africana”. Michelle Obama é um exemplo de mulher negra belíssima. E com dignidade responde às críticas.

Michelle Obama Oscars Criticism

A primeira dama abriu o envelope lacrado do Oscar 2013 em link ao vivo direto da Casa Branca, e recebeu crítica com respeito à sua apresentação.

Michelle Oscar

"Isso é apenas a natureza da vida. Quer dizer, vivemos em um momento em que blogueiros e twitteiros produzem notícias 24 horas por dia e todos têm seu lugar ao sol. Isso é um grande problema. Significa que a qualquer momento alguém não vai gostar do que a gente faz. Essa é a natureza das coisas", argumentou a senhora Obama.

Michelle com toda sua classe de primeira dama colocou as críticas como fato comum, não uma crítica pessoal. "Não é somente sobre mim. Isso só aconteceu por eu estar sob os olhos do público. Quando se é uma figura pública, você está sujeito à conversas, opiniões e tudo a que isso envolva. Não há nada de novo sobre isso", encerrou o assunto durante uma conversa com os jornalistas.

Ela disse que ficou impressionado com o burburinho sobre o corte de seu cabelo para adicionar uma franja, que ela lançou em seu aniversário, pouco antes de fim de semana.

Após sua participação no Oscar, o porta-voz de Michelle enviou um comunicado à imprensa explicando a situação. "A Academia fez contato com a Primeira Dama para que ela participasse da cerimônia. Como uma amante do cinema, ela teve a honra de apresentar o prêmio e comemorar com artistas que inspiram a todos".

Fonte: http://www.huffingtonpost.com/2013/03/01/michelle-obama-oscars-criticism_n_2788512.html?utm_hp_ref=entertainment

Revista se desculpa por colocar falsa modelo negra

Desculpas da Revista francesa "Numéro" por escurecer loira. Desculpas à sério?

Após receber duras críticas por escurecer uma modelo loira num editorial em homenagem África a publicação divulgou um pedido de desculpas na quarta-feira dia 27.

No número a modelo aparecia no antes e no depois:

 

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“Queremos pedir desculpas a todos que possam ter- se sentido ofendidos com o editorial”, diz o comunicado.

A revista ainda defende o renomado fotógrafo Sebastian Kim, responsável pelas imagens e colaborador assíduo da revista.

“Temos o máximo respeito pelo trabalho do fotógrafo e negamos que ele tenha tido, a qualquer momento, a intenção de ferir a sensibilidade dos leitores", completa.

O recente editorial da revista, nomeado de "Rainha Africana", trazia a modelo americana Ondria Hardin, que é naturalmente loira, com a pele negra. A modelo passou por um processo de maquiagem e edição de imagem para ficar com a pele escura.

Por este fato, o editorial da publicação foi considerado racista por muitas pessoas, afinal uma branca estampa a capa e interpreta uma negra. Alguns sites, como o "Fashion Bomb Daily", levantaram a questão de que a indústria da moda está obcecada em transformar modelos brancas em negras.

 

Desculpas à Sério?

Se eles queriam uma modelo negra, deveriam ter contratado uma das modelos fantásticas e lindíssimas que existem no mundo da moda. Em vez disso, fazem algo que mostra claramente o quanto fazem para não contratar uma mulher negra.

Em 2010 a revista publicou a modelo Constance Jablosky que é branca com a pele extremamente bronzeada.

A argumentação era que o modelo tinha apenas o excesso de bronzeado, mas quando você mistura isso com os bebês de origem afro é difícil dizer que isso não foi intencional.

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Se eles queriam uma modelo negra, deveriam ter contratado uma das modelos fantásticas e lindíssimas que existem no mundo da moda. Em vez disso, fazem algo que mostra claramente o quanto fazem para não contratar uma mulher negra.

E parece que a polêmica rende...

 

Fontes:

http://www.huffingtonpost.com/2013/02/27/numero-magazine-blackface-apology-african-queen_n_2772670.html

http://perezhilton.com/cocoperez/2010-09-24-numero_magazine_accused_of_doing_blackface_on_model_constance_jablonski#.UTGYUaKmjfG